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Editora Seara Vermelha

A Carta Chinesa: A grande batalha ideológica que o Brasil não viu

R$ 180,00

10 em estoque

SKU: 978-85-524-0618-1 Categorias: , Tags: , ,

Descrição

Sobre o livro

A Carta Chinesa: A grande batalha ideológica que o Brasil não viu chega agora à sua segunda edição, publicada pela Editora Insular. A obra é uma coletânea de textos traduzidos pelo Núcleo de Estudos do Marxismo-Leninismo-Maoísmo (NEMLM) a partir da versão em espanhol publicada pelas Edições do Povo, Pequim.

O Grande Debate trouxe a tona a intensa batalha ideológica travada no movimento comunista internacional, na qual o Partido Comunista da China se colocou em defesa do marxismo-leninismo e em combate ao revisionismo kruchovista instaurado no Partido Comunista da União Soviética.

Revolução e revisionismo, coexistência pacífica, restauração capitalista e os rumos do movimento comunista internacional estão entre as questões centrais reunidas no volume.

A primeira edição brasileira, editada pela Terra Gráfica em 2003, integrou a coleção Marxismo contra Revisionismo como seu volume nº 2.

O que o volume reúne

  • A Carta dos 25 Pontos (Proposição Acerca da Linha Geral do Movimento Comunista Internacional);
  • os nove comentários;
  • Por que Kruchov caiu?;
  • a Carta do Comitê Central do PCUS ao Comitê Central do PCCh e a Carta Aberta do PCUS às organizações do Partido, de 1963.

Ficha técnica

  • Organização e tradução: Núcleo de Estudos do Marxismo-Leninismo-Maoísmo (NEMLM)
  • Edição: Editora Insular, 2026
  • ISBN: 978-85-524-0618-1
  • Páginas: 534
  • Formato: 16 x 23 cm
  • Peso: 900 g

Trecho

“Gostaria de dizer algumas palavras sobre o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética. Em minha opinião há duas ‘espadas’: uma é Lenin e a outra é Stalin. Agora, uma dessas espadas, Stalin, foi abandonada pelos russos. Gomulka e algumas pessoas da Hungria lançaram mão dela para apunhalar a União Soviética e opor-se ao chamado stalinismo. Os partidos comunistas de muitos países europeus também criticam a União Soviética, sendo Togliatti o seu chefe. Os imperialistas, por sua vez, fazem uso desta espada para matar as pessoas. Dulles, por exemplo, brandiu-a durante algum tempo. Esta espada não foi aproveitada, foi lançada fora. Nós, os chineses, não a abandonamos. Em primeiro lugar, defendemos Stalin e, em segundo lugar, criticamos os seus erros; é por isso que escrevemos o artigo ‘Sobre a experiência histórica da ditadura do proletariado’. Ao contrário de algumas pessoas que tentaram difamar e destruir Stalin, nós agimos de acordo com a realidade objetiva.

Quanto a outra espada, Lenin, não terá sido, em certa medida, abandonada por alguns dirigentes soviéticos? Em minha opinião, ela foi em grande medida abandonada. A Revolução de Outubro ainda é válida? Ainda pode servir de exemplo para todos os países? O relatório apresentado por Kruchov ao XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética diz que é possível conquistar o Poder pela via parlamentar, ou seja, os países já não precisam aprender com a Revolução de Outubro. Aberta esta porta, o leninismo foi praticamente abandonado.”

Mao Tsetung. Discurso na Segunda Sessão Plenária do Oitavo Comitê Central do Partido Comunista da China, 15 de novembro de 1956.

Informação adicional

Peso 0,9 kg
Dimensões 23 × 16 × 3 cm
Autor

Editora

Idioma

Modalidade

Número de páginas:

Edição

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